sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Tempo Intemporal

Estudando para a prova de comunicação e tecnologia, me deparei um dos capítulos de Castell, do livro Sociedade em Rede, que fala sobre o Tempo.

“Gera dinheiro”
“Deixa agente velho”
No trabalho: “ô tempo que não passa”
“naquele tempo”
“nuss, no tempo que eu era criança”

           No capitulo me aprofundei sobre a matéria, pois tinha prova né, mas o que me chamou atenção foi quando ele falou sobre a morte e eternidade. Ele destacou a busca incansável do ser humano para abreviar e baní-la do nosso dia-a-dia, além da utilização de pesquisas cientificas, tecnologia médica e biológica. A eternidade é uma ânsia de vários povos e civilizações. Lembrei das histórias de elixir, porções, água da eternidade que sempre passavam nos desenhos animados e impediam que os personagens ficassem velhos ou morressem.
           Queremos ser eternos. Quando eu era adolescente não queria deixar este estado nunca. Acabou que isso não aconteceu.
           A morte pra mim é algo normal, uma pequena mudança de espaço, saímos do terreno e vamos para o espiritual. Somo eternos! A vida não acaba na morte. Eu tinha medo de morrer quando era mais novo. Ficava pensando como seria morrer. Será que eu poderia ver as pessoas que iriam ao meu velório? (minha vontade até hoje) como seria o estado espiritual? O Céu? Tão falado. E talvez o inferno, será que teria fogo.
Ouvi uma vez e ficou marcado que:
“inferno é ausência de AMOR
          Apesar das minhas indagações e incertezas a morte não tem mais tanto peso nas minhas preocupações. Tem outras coisas...
          Eternidade, imagina você vivendo eternamente, completando 500 anos e jovem. Não sei como seria: bom ou ruim.
         Mas enquanto muitos querem viver eternamente, talvez pudessem pensar em ser eternos na memória das pessoas, por causa das atitudes, das benevolências, da luta pelos que sofrem e etc. são vários pontos que poderíamos ser eternos.
       O triste é chegar ao final da vida e “não agradecer a Deus por ter vivido, mas desculpar-se ante a Ele por ter simplesmente passado pela vida.”


De onde eu tirei o fragmento acima:

É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem; que não conhecem a dor da derrota, mas não tem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final da jornada na terra, não agradecem a DEUS por terem vivido, mas desculpam-se ante a ELE por terem simplesmente passado pela vida.
Robert N. Marley 


Video de uma musica que gosto do Oficina G3 - O Tempo




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