domingo, 10 de maio de 2009




Inverno (atchim!!)


Durante essas semanas que parei de escrever, por vários motivos, viajei. Fiz uma comparação legal: do homem com a formiga.
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Parecemo-nos com as formigas, trabalhamos a vida toda buscando alimento, nos preparando para a chegada do inverno, em que ficaremos meses sem sair de casa.
O inverno, tempo frio, gelado, que nos faz lembrar somente isso: nossa cama, nosso cobertor e uma bela xícara de café.

Para as formigas o inverno é um momento ruim, porque não há meio delas trabalharem. Acaba sendo uma estação de medo, porque muitas morrem por não agüentarem as baixas temperaturas. É um tempo de descanso, mas elas não sabem o significado dessa palavra.
Quando chega o “inverno” nas nossas vidas, nem sempre estamos preparados para enfrentá-lo. Não falo do inverno estação, mas do “inverno” de medo, de temor (semelhante ao das formigas), de gelo. Talvez um “inverno” de decepção, de dificuldade, de angústia.
A preparação para a chegada do “inverno” é feita com muito trabalho, nos espelhemos nas formigas. Para que o “frio” não nos pegue desprevenido, é necessário agasalharmo-nos, não com roupas, mas com o aquecedor: amor, que incendeia profundamente o nosso coração, impedindo que no “inverno” não matemos os nossos amigos, irmãos e sim que tenhamos uma palavra de crescimento, de perdão, de alegria. é necessário também “o café”, bem quente, que esquenta-nos e levanta-nos da comodidade e da preguiça. É um belo energético. Esse café é o ânimo, a vontade de ser feliz, de sair de um estado de morte para um estado de vida. O ânimo (no latim significa alma) é um ótimo combustível numa sociedade que está impregnada pelo desânimo (lembrando que ânimo = alma, desânimo = sem alma), em que ninguém se movimenta para mudar.
Meu amigo saiba de uma coisa, o inverno um dia vai chegar, pode ser que você não esteja preparado, mas calma, agasalhe-se, beba um cafezinho, relaxa, pois pode ter conseqüências ruins, como uma ‘gripe’.












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