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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Onde está a sua felicidade?


     Hoje essa frase ficou matutando na minha cabeça o dia todo. Sábado ela estava escrita no quadro da sala de reuniões do Kairós (grupo jovem da Igreja) que seria base para uma discussão sobre um filme (Em Busca da Felicidade) que foi passado na reunião. Acabou que no final não houve partilha. 
    Nessa segunda-feira, após titulo de Hexacampeão do Flamengo (time do coração), parei pra refletir sobre essa pergunta que inquietou o meu coração. Ao olhar a torcida do Flamengo vibrando e gritando (a maior do Brasil) com o titulo, todos sorrindo, felizes, transcendendo a realidade, multidões no Leblon, a TV tremendo, pois o Maracanã tremia. Todos vivendo um momento inexprimível, jamais experimentado por alguns. 
    Fiquei pensando qual era a minha felicidade, se ela se comparava às pessoas do Maraca, se era a minha vida, minha família, meus amigos, Deus, a igreja, Eucaristia, Emanuel, o melhor do Brasil: Flamengo... 
    Todo mundo quer ser feliz, inclusive eu (nem sei por que seria exceção). É uma busca constante, em vários lugares, de vários jeitos. 
     Alguns são felizes se drogando, tomando porre, sendo máquinas sexuais, estudando, zuando, buscando a carreira sonhada, $ (adorando o deus de papel), bens tangíveis, sucesso pessoal, no relacionamento. 
     Há tantas formas de se buscar a felicidade umas, no meu conceito, certas outras erradas.

 Cada um tem sua opção.


Algo que é certo: ela não vem sem esforços.


Mas voltando a pergunta “Onde está a sua felicidade?”.


Minha resposta está guardada no meu coração e vinculada com a minha fé, simplismente:  Amor = Deus.


Ao ler este post peço que reflita sobre essa pergunta na sua vida.

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Onde está a sua felicidade?

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Tempo Intemporal

Estudando para a prova de comunicação e tecnologia, me deparei um dos capítulos de Castell, do livro Sociedade em Rede, que fala sobre o Tempo.

“Gera dinheiro”
“Deixa agente velho”
No trabalho: “ô tempo que não passa”
“naquele tempo”
“nuss, no tempo que eu era criança”

           No capitulo me aprofundei sobre a matéria, pois tinha prova né, mas o que me chamou atenção foi quando ele falou sobre a morte e eternidade. Ele destacou a busca incansável do ser humano para abreviar e baní-la do nosso dia-a-dia, além da utilização de pesquisas cientificas, tecnologia médica e biológica. A eternidade é uma ânsia de vários povos e civilizações. Lembrei das histórias de elixir, porções, água da eternidade que sempre passavam nos desenhos animados e impediam que os personagens ficassem velhos ou morressem.
           Queremos ser eternos. Quando eu era adolescente não queria deixar este estado nunca. Acabou que isso não aconteceu.
           A morte pra mim é algo normal, uma pequena mudança de espaço, saímos do terreno e vamos para o espiritual. Somo eternos! A vida não acaba na morte. Eu tinha medo de morrer quando era mais novo. Ficava pensando como seria morrer. Será que eu poderia ver as pessoas que iriam ao meu velório? (minha vontade até hoje) como seria o estado espiritual? O Céu? Tão falado. E talvez o inferno, será que teria fogo.
Ouvi uma vez e ficou marcado que:
“inferno é ausência de AMOR
          Apesar das minhas indagações e incertezas a morte não tem mais tanto peso nas minhas preocupações. Tem outras coisas...
          Eternidade, imagina você vivendo eternamente, completando 500 anos e jovem. Não sei como seria: bom ou ruim.
         Mas enquanto muitos querem viver eternamente, talvez pudessem pensar em ser eternos na memória das pessoas, por causa das atitudes, das benevolências, da luta pelos que sofrem e etc. são vários pontos que poderíamos ser eternos.
       O triste é chegar ao final da vida e “não agradecer a Deus por ter vivido, mas desculpar-se ante a Ele por ter simplesmente passado pela vida.”


De onde eu tirei o fragmento acima:

É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem; que não conhecem a dor da derrota, mas não tem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final da jornada na terra, não agradecem a DEUS por terem vivido, mas desculpam-se ante a ELE por terem simplesmente passado pela vida.
Robert N. Marley 


Video de uma musica que gosto do Oficina G3 - O Tempo




quinta-feira, 19 de novembro de 2009


Vida + Amor 


Ao me sentar com meus avós na cozinha reuniu-se 206 anos – vó: 93, vô: 95 e eu: 18 anos. Muitas histórias!

Parei para refletir...

  Os dois de familia simples, meu avô descendente de italiano e minha avó de negros, viveram maior parte de suas vidas na zona rural, na fazenda, plantando, colhendo, nessa simplicidade e alegria que o povo da roça tem. Quantas histórias eles contam, quanta coisa já passaram.
  No inicio da década de noventa vieram para a cidade, pois a idade já chegava e precisavam de condições melhores de vida.
  Quase 70 anos de casados, um servindo, amando, brigando com o outro e 14 filhos. Passaram por diversas dificuldades, quanta dor, mas também quanta alegria.
  Hoje quase no centenário dos dois, vejo nos seus olhos a certeza do dever cumprido, viveram a vida.

 
Vejo a história desses dois e penso na minha, nem duas décadas de vida eu tenho ainda, será que vou chegar a velhice? E a certeza do dever cumprido, vou tê-la? Amei além do necessário, ou não?

Indagações que fazem o nosso presente ser melhor.

 Hoje estou cheio de sonhos e desejos, esperanças e uma ânsia muito grande de fazer a diferença no mundo, não como uma celebridade ou alguém conhecido por todos, mas como uma pessoa que quer o melhor pro próximo.

O que adiantaria somente viver, quero viver e amar.

 Seria como alguns que diante da morte suspiram e dizem “poderia ter feito algo diferente, devia ter amado mais” (Epitáfio, veio a memória)
Creio que o significado da vida que eu tenho é simplesmente AMAR.
Quero ser reflexo do Amor de Deus, mesmo com minhas limitações e imperfeições, este que é inefável, mas que foi capaz de expressá-lo na doação do seu filho. Quantos esperam o fim do mundo – “ 2012”, a destruição total e se esquecem do que estão fazendo com suas vidas.


Deixe o AMOR amar!(XIV Ruah)

 



quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Jornalzinho da escola

Carrinhos, games, desenhos, Dragon Ball e TV, lembram a condição de vida melhor: a infância.
O garoto da rua de cima, ao ver o noticiário da TV, no qual falava sobre expedições, viagens para o nordeste e apresentava a beleza das praias, das mulheres, o sol que rachava, ficou deslumbrado com aquilo tudo.
Quem disse, que lá, só há beleza? Onde está a realidade? “As aves que aqui gorjeiam (no sudeste), não gorjeiam como lá”.
O jornalista que fazia a matéria, talvez não tivesse noção dela, pois apresentava todos aqueles pontos belos – praias, mulheres, vida boa, de modo que lá só havia isso, era as “mil maravilhas”.
A formação de opinião, para o garoto, foi o elemento fundamental de sua escolha no futuro, pela faculdade de jornalismo. Ele percebeu que poderia apresentar a realidade como ela é, apesar das adições que ele pudesse fazer para enfatizar seus pontos de vista. Mesmo com a imparcialidade que conheceria no 1º período.
Hoje o moleque cresceu, tomou seu posto no jornalzinho da escola e se diverte escrevendo, desbravando opiniões. Daqui a 5 anos a faculdade o espera.

Crônica criada na oficina de redação da aula de Língua Portuguesa – Prof. Érika Mayrink, falando sobre a profissão de jornalista, escolha, futuro e outros mais.
“Cada macaco no seu galho”


Brasil: Miscelânea de religiões


A religiosidade popular é presente em todos os estados do Brasil, a devoção à Nossa Senhora, o amor a Cristo Sofredor – o Deus próximo dos que sofrem, a devoção aos santos, às vertentes afro brasileiras, protestantes, tudo isso indica a busca do nosso povo pelo transcendente, pelo Javé, Jeová, Oxum, Jesus, Espírito Iluminado.
Nosso país é o espaço em que se dá o encontro dos 3 universos culturais: o indígena, o branco e o africano, que como João Paulo II disse na sua vinda ao Brasil em 1980, que a partir de suas convergências, surge assim, o catolicismo brasileiro, resultado de um dos caldeamentos mais importantes da história humana.
O respeito aos elementos essenciais da cultura de cada povo e suas expressões culturais é essencial. A minha formação religiosa, talvez, não concerne com certos ritos e práticas, mas o respeito e aceitação são fundamentais. Todos nós temos uma busca a Deus e temos liberdade de expressá-la.
Participamos de um Estado laico, sem influência de religião alguma e livre para expressar os seus diversos credos.
A intolerância religiosa é ridícula, a cada dia cresce o número de cristofobistas, pessoas que não acreditam em Deus, defendem um Estado laico, mas que atacam os princípios éticos e morais da igreja Católica.
Há também extremistas, tanto católicos, protestantes, espíritas, que não concordam com certos cultos e fazem ataques diretos.
Existe uma diferença entre um líder religiosa formar seus fiéis quanto às outras crenças e um líder religioso atacar diretamente outros cultos, dizendo que são falsos, do demônio.
Creio que é melhor "cada macaco no seu galho".